E por este ano acabou-se...
Terminámos com uma excelente vitória em Fornos de Algodres e com um dignificante 7.º lugar na classificação geral!
Agora... até à próxima época!
A parte "coltoral"deste magnífico evento!
A claridade própria das manhãs primaveris começou a despontar e logo os ruídos próprios dos momentos que antecedem os grandes combates começaram a ressoar pela encosta que, íngreme, sobe até à altamente fortificada Torre de Sir Belinho.
No terreiro adjacente à fortaleza já se iam organizando os bárbaros clãs vindos do Norte, ocupando as posições estratégicas previamente escolhidas pelos seus indomáveis chefes e sob orientação dos lugares-tenentes Capitão Badana e Sargento Barbatana Dorsal!
Mais abaixo, ao longo do vale, revoadas de pequenas e ágeis avezinhas sobrevoavam os exércitos da Ordem que, atrás dos seus líderes se iam
encaminhando para o local marcado para o encontro, ali bem junto ao castelo de Sir Barata, o tão conhecido Château Invernisse!
Os tinidos metálicos provenientes das armaduras e duma última amoladela às lâminas brilhantes de aço inoxidável e ferro forjado, juntavam-se às vozes de comando e ao ladrar de um qualquer “Peludo”, ecoando pelas fragas num crescendo que deixava adivinhar a violência do embate que se avizinhava!
Os Mestres da Ordem, depois da revista às tropas, mostravam algum desalento pois verificaram desde logo a ausência de dois dos mais bravos guerreiros da Ordem e dos seus seguidores.
Sir Mané e Sir Tó Jorge, à última da hora tinham enviado mensageiros avisando que não poderiam estar presentes mas deixando uma palavra de
encorajamento para os Cavaleiros já no terreiro!
Será que assim, com a falta dos exércitos de Silgueiros e da Curva dos Pinhos, a Ordem conseguirá levar de vencida os terríveis adversários vindos de “longe… muito longe”?
A dúvida, qual venenosa serpente, começava a circular pelo acampamento militar e instalar-se acintosamente na mente dos membros da irmandade!
Valeu o aparecimento de Sir Coxito que, para além dos seus apaniguados soldados, veio acompanhado de dois bem equipados esquadrões. Um de francófonos arqueiros, veteranos da Batalha dos Campos Elísios e comandados por Sir Christophe Le Gaulois e outro de encorpados lanceiros chegados de Terras de Sintra e Amadora, comandados por Sir Jorge de Alvoco, onde ficou na história a sua recente participação na Guerra dos “Queluzes” que opôs numa fratricida batalha os habitantes de Queluz de Baixo aos de Queluz de Cima!
Agora sim, imbuídos de um novo espírito de conquista, eis que os exércitos da Irmandade arrancam de forma avassaladora pela encosta acima e, chegados ao local do crime, logo se lançam sobre os formidáveis inimigos que mais não puderam fazer que submissamente se renderem ao gume bem afiado das rutilantes armas dos Cavaleiros da Glande!
Apenas as tropas comandadas por Sir Robalito sentiram alguma dificuldade para controlarem os infiéis que lhes surgiram pela frente! Isto porque Sir Robalito conduziu os seus guerreiros por caminhos ainda não desbravados, levando a que fossem atacados por plantas carnívoras (uma delas chegou mesmo a morder na perna deste egrégio Cavaleiro) e por um terrível grupo de “carracentas parasitas” que quase provocavam a debandada de Sir Robalito e seus seguidores!
E foi assim que os Cavaleiros da Glande venceram mais uma difícil batalha, elevando o nome da Ordem a um nível cada vez mais alto!
Pena foi que alguns se tenham excedido nas celebrações da vitória e tenham provocado situações pouco dignas dos Cavaleiros desta Irmandade!
Situação a rever urgentemente!
Sinto aínda o cheiro quente de noites de Verão em que o silêncio era quebrado pela felicidade dos nossos risos.O céu estrelado sorria para nós e assistia á nossa alegria. Sinto os momentos que foram nossos... momentos em que apenas o olhar falava e as palavras teimavam em não saír. Sinto os momentos de liberdade pura que aquela existência de paz nos transmitia... continuavamos silenciosos... a brisa suave batia-nos na face atenuando o rubor duplamente ruborizado pela noite quente e pela felicidade da nossa própria existência. Continuavamos a sorrir e a escutar entre monossilabos, sons próprios da própria natureza. Teimavamos em nada dizer... eu nada te prometia e tu nada me prometias. O tempo prende-nos á magia da noite... fumo um cigarro para nada te dizer... tu adivinhas os meus pensamentos e sorris para mim de soslaio. O silêncio da noite é agora mais silencioso... pego-te na mão e sem nada te dizer caminhamos lado a lado. Caminhamos por ruas e calçadas que outrora fizeram a nossa felicidade... eramos felizes...porém as emoções são como o vento... são fortes e intensas... são brisas doces e suaves...
Sempre em silêncio e com muitos cigarros á mistura era a hora da despedida... queria dizer-te "Não vás! Fica... fica nem que seja em silêncio..." mas tu sem sorrir olhaste-me indiferente ao meu pedido e partiste.
Fiquei a ver-te partir em silêncio... o luar tornava-te mágica e ao mesmo tempo iluminava uma lágrima que teimava em cair da tua face.
Zé Robalo
Vitória em casa... Parabéns à rapaziada!
Peço desculpa mas o resultado não foi 2-0 mas sim 3-2! As minhas fontes de informação desta vez falharam!
** SC Gonçalense - Jornada 2...
** S.C.Gonçalense - Jornada ...
** S. C. Gonçalense - 24.ª J...
** 4.ºAssalto à Torre de Sir...
** 4.º Assalto à Torre de Si...
** 4.º Assalto à Torre de Si...
** 4.º Assalto à Torre de Si...
** Maio 2012
** Abril 2012
** Março 2012
** Janeiro 2012
** Outubro 2011
** Agosto 2011
** Julho 2011
** Junho 2011
** Maio 2011
** Abril 2011
** Março 2011
** Janeiro 2011
** Outubro 2010
** Agosto 2010
** Julho 2010
** Junho 2010
** Maio 2010
** Abril 2010
** Março 2010
** Janeiro 2010
** Outubro 2009
** Agosto 2009
** Julho 2009
** Junho 2009
** Maio 2009
** Abril 2009
** Março 2009
** Janeiro 2009
** Outubro 2008
** Agosto 2008
** Julho 2008
** Junho 2008
** Maio 2008